Thursday, January 04, 2007

Aqui, ali, em qualquer lugar…

Tem coisas que nao adianta: sao iguais em todos os lugares do mundo. Mae, por exemplo. Aderindo ao cliché, mae eh tudo igual, so muda o endereco (e o idioma no qual ela diz “come direitinho, meu filho… e nao esquece de levar o casaquinho, hein?!”). Pois, a exemplo da velha, tem outras coisas que nao mudam nada.

Seguindo este exemplo, aqui, a televisao eh ruim (so que nao tem legenda), tem mendigo sim, e os pintores nas obras mexem com as mulheres na rua. Evidentemente, os pintores deveriam ser brasileiros, portanto, nao mudou mesmo.

Tem um programa aqui chamado “Celebrity Big Brother”. Nao, eu so li no jornal.

Alias, os jornais sao um capitulo a parte. Isso sim, a gente so ve por aqui. Tres jornais, ao menos que eu sei ate agora, sao distribuidos gratuitamente pela cidade. Em escala decrescente de nocao, tem o “London Paper”, o “Lite” e, finalmente, o “Metro”. O “London Paper” eh o unico que traz noticias de verdade, como a polemica dos precos dos estacionamentos para motos no centro, atentados terroristas e serial killers. Ah, um parenteses: (aqui eh tudo muito chique. As pessoas sao mortas ou por doencas causadas pelo stress – chilique de rico -; por atentados terroristas de destruicao em massa feitos para causar um impacto politico-economico-social nas grandes potencies capitalistas/cristas; pelos problemas psicologicos de sociopatas causados pela alta taxa de repressao sentimental ocasionada pelo excesso de polidez dos londrinos transformando-os em Serial Killers: ou, finalmente, pelos seus proprios problemas psicologicos causados pela alta taxa de repressao sentimental ocasionada pelo excesso de polidez dos londrinos que os fazem dar o mergulho da morte em frente a uma linha qualquer do metro, atrapalhando todo o fluxo de transported a cidade, atrasando a vida de um monte de gente, falta de consideracao e educacao, credo - ! – nem pra voltar e dizer “sorry”). Esses dias tinha uma materia dizendo que era evidente que mais um atentado terrorista estaria por vir e que as autoridades deveriam (ou nao) manter mais guardas armadas nas estacoes do Tube. Ao que uma autoridade local disse “Nos lamentamos muito o que aconteceu com o Jean Charles de Menezes, mas acontece que nos precisamos proteger a populacao” – ou quase isso.

O “Lite” eh particamente uma contigo diaria. Basicamente TV e celebridades, um luxo. Alias, a Kate Moss e o ex-libertine e a Lindsay Lohan sao os mais recorrentes, que coisa… Pelo menos nao eh a Fernanda Vasconcellos (a da novela, calmem), cansei da cara dela e gasta demais o meu nome, assim, pra uma qualquerzinha…

Tem tambem o “Metro”. Esse eh digno de torcer pr aver se pinga sangue, impressionante. Um homem foi esfaqueado na estacao do tube esses dias, nossa… Parece aqueles jornais que o Fabian mostra na aula (pros famequianos). Sou categorical ao afirmar definitivamente que (atencao para a manchete, larguem as canetas): O “Metro” eh o “ O Diarinho” de Londres!

O que nao da pra comparar, obviamente e (sem querer contudo sem conseguir) de modo extremamente piegas, sao as pessoas. Por mais que faca muito pouco tempo que eu nao veja os meus amigos e a minha familia, acho que a saudade vem de pensar que eu nao posso apenas gritar “paie, vem ca” ou ligar e dizer “E ai, estragada, onde a gente vai beber hoje? Vamos na pulp?”

Todavia, as pessoas daqui de casa sao muito bacanas. Obviamente nao tive tempo o bastante de conhece-las tanto, mas uma cozinha, alguma cerveja e muitas historias em comum ate as 3h da manha me deixaram tranquila, com a certeza de que aqui eu vou sim fazer novos amigos. Ai que papinho ridiculo, Fernanda…

A internet ajuda. Conversei com quase todo mundo pelo msn e foi legal. Nada como uma Nortena da Republica do Pastel ou um churrasco de domingo, mas, melhor que nada.

Sustento: tem coisas que nao mudam nunca, independente do lugar no qual a gente esteja. E, trocando uma coisa por outra e adaptando o Bono: “ With a satellite television (computer) you can go anywhere: Miami, New Orleans, London, Belfast and Berlin (ou, simplesmente, Porto Alegre).

Consideracoes finais:

O Seu Orkut eh muito malvado. Como sacudir um doce em frente a um diabetico, um cigarro pra um fumante, uma criancinha pra um padre ou uma mala de dinheiro pra um parlamentar. Ainda bem que eu ja estou em casa.

Sorte de hoje:
Em breve você passará momentos felizes em casa.

Tuesday, January 02, 2007

Have a nice staying

Trocou diversas vezes de cela. Todas iguais com um sem numero de pessoas frias enfileiradas em cadeiras. Pessoas que nem se olhavam, como bois que vao para o abate, simplesmente ali. A alimentacao era precaria. Bandejas padronizadas jogadas sobre pequenas mesas, traziam uma comida fria e sem gosto, quase intragavel, nao fosse a necessidade de que o fosse.

Finalmente libertada, ela andou por um longo corredor muito iluminado e entrou em um saguao onde formava-se uma fila. Cada vez que as pessoas comecavam a conversar, um negro, baixinho, ja marcado pelo tempo e pela luz que refletia no topo de sua cabeca, trocava a fila de posicao deixando claro que a comunicacao nao era bem-vinda por ali. A frente da fila, uma serie de pequenos balcoes escondiam alguem. Era um momento temido a todos, afinal, se esse alguem nao fosse convencido de que o sujeito merecia, mandava-o de volta a cela, para sempre. Chegou a vez dela. Nervosa, respondeu a todas as perguntas nos minimos detalhes. Enfim, “alguem” escreveu um amavel “six months” no cartao verde-oliva e disse: “Have a nice staying”.

A historia do dia em que Londres foi Lisboa

Ignorando o meu Vasconcellos, ja que aqui eu sou a Miss da Silva (com muito samba no pe e caipirinha na cabeca -?), permito-me o relato da historia do aeroporto de Heathrow, capital inglesa.

Jose Manuel Pereira era um visionario. Ouvindo falar de Sando Drumond, o paid a aviacao e seu patricio, logo pensou: “ora pa, mas ha de ter um lugaire para que essas pessoas possam pegaire os seus avioes. Vou inventaire logo uma estacao de trem para eles”. Assim, Pereira o fez.

Abismada com a invencao do portugues, a Rainha Mae pediu para que o inventor construisse a sua primeira obra magnifica aqui em Londres. Contudo, como naquela epoca so se vinha de barco para a grande ilha, a Rainha pediu que Jose Manuel explicasse tudo por carta, assim, os magnificos pedreiroslatinosimigrantesilegaisquefazemotrabalhosujodaeuropa poderiam construe-lo sozinhos. Eis a epistola:

“Ora pa senhora Rainha Maezinha,

Fico muito lisonjeado e feliz com o seu reconhecimento do meu trabalho. Entao estou a enviar a explicacao da maravilha tecnologica que eu estive a inventar.

Primeiro, o aviao deve pousaire em uma Estrada bem larga. Dipois, um corredor em forma de minhoca bem grande assim vai ate o aviao e pega as pessoas todas. Ai, as malas delas vao para outra sala onde sao carregadas por esteiras verticais, atencao eu disse verticais assim as malas ficam todas empilhadinhas, afinal, ninguem nesta terra tem menos altura que a Maria, minha mulher (1m 77 cm). Assim as malas tambem ficam longe do chao, bem limpinhas.

O pa, mas ninguem quer a ficaire carregando malas por ai a fora. Por isso, precisa ter uns carrinhos para que as pessoas possam por as bagagens. Esses carrinhos devem ser de um metal bem pesado e grosso, para duraire muito tempo e tambem rodas grandes, que proporcionem um andaire em diagonal as pessoas, porque o meu primo, Juaquim, me disse que a linha reta eh sempre o menor caminho entre dois pontos e o que eh uma diagonal senao uma linha reta, nao eh, Dona Rainha?

A gente tem que impedieire que os estrangeiros levem muitas coisas do nosso pais. Mas tambem nao pode cobraire imposto sobre as coisas que eles trouxeram. Entao, eu inventei, o pa, uma sala com um telephone vermelho. Nesta sala o visitante pega o telephone e diz:

Visitante - “ora pois, queria declaraire uns goods que trouxe da terrinha. Tenho aqui uns pasties de Santa Clara, umas garrafas de vinho do Porto e uns treis ou quarto quilos de bacalhau”. Is that okeie, o pa?”

Britanicadooutroladodalinha – “When did you buy your bacalhau, Sir Pereira?”

Visitante – “Ha umas two weeks ago, Senhora Dona Britanicadooutroladodalinha.”

Britanicadooutroladodalinha – “Okay, you can have it. Thank you”.

Senhora Dona Rainha. Acho que e basicamente isso. Tenho certeza que os seus pedreiroslatinosimigrantesilegaisquefazemotrabalhosujodaeuropaopa vao fazeire tudo bem direitinho. Obrigada mais uma vez pela oportunidade e ate logo.

Jose Manuel Pereira

P.s.: Me diserram que nos nunca poderemos tomaire um cha das cinco juntos porque os horarios sao diferentes aqui em Purtugal e ai em Londres. Podemos marcaire um cha das cinco uma hora mais cedo para que eu possa tambem participaire?

Assim, nasceu o aeroporto mais purtugueis da Inglaterra: Heathrow.

Foi, portanto, em terras portuguesas que eu pisei pela primeira vez aqui. Fui logo ao telefone publico ligar pra Kika e pro Caco (Nao, eu nao tenho uma amiga Kaka aqui. Sim, a Kuka ficou em Porto Alegre. Nao, eu nao ando falando miguxes, Arthur). Gastei todas as minhas moedas de euro falando “oipaitudobemvootranquilotoesperandoakikabeijoteamotchau”, portanto, tive que comprar um cartao para ligar.

Cheguei na casa de cambio e disse “Could you change my money for coins, please?”. No que a mulher prontamente respondeu: “voce quer fazer ligacao, eh, bichinha?”. A brasileira ja me ensinou a usar o cartao, disse o mais barato, como faz pra ficar mais barato ainda, uma beleza.

Mania de brasileiro, quase quebrei o bendito cartao tentando enfia-lo no buraquinho do telefone. Depois, descobri que ali vai o cartao de credito. O meu cartao servia pra eu ligar pra um 0800 (que tambem eh 0800 aqui) e atraves dele fazer a ligacao.

Com tanta tecnologia, achei a Kika base do “olho” mesmo no aeroporto de Londres. Foi la que eu descobri que a cidade eh extremamente suja, credo.

Encontros e desencontros depois, o primeiro dia do ano acabou com muita chuva e uma boa impressao do que viria a seguir. Conheci as fantasticas pessoas que moram aqui em casa sobre as quais eu nao vou falar, nao agora.

No dia dois, depois de exercitar meu senso de direcao procurando a Leytonstone Station, passeei com a Kika pela cidade. Eh podre de afude, ja diria a Estragada-chorosa, Analu. Soltei um sonoro “putaquepariuquemerda” quando vi o relogiao, e, sobre a Jubilee Bridge entendi porque tanta gente gosta tanto dessa cidade. Wile I go looking for flying saucers in the sky…

Em tempo:

Arthur: Bah, em 25 horas de viagem perdi, alem da paciencia e energia, tambem boa parte do cerebro, desculpa.

Cris: Amada… ta gelado, bem melhor que o calorao dai sim. Odeio pingar, eca! Hehe

Pellanda: Oi!!! Nao, eu nao vou voltar burra nao… Esnobe sim, obvio. O mapa que voces me deram ta sendo EXTREMAMENTE usado por aqui. Muito obrigada mesmo. Sem ele eu teria dado muitas voltas gratuitas. Me mandem noticias dai, voces tambem.

Camila: Eh que a tua faculdade tambem eh nos extrangeiro. La pras bandas de Saint Leopold.

“Maluquinha da TV” eh um gene muito recessivo que so se manifestou na minha familia, por enquanto. Me salvou boas horas e incomodacoes em Madrid.

Deia: Nao foi te despedir de mim!!! Sacana!

Tu sabe que eu nao vivo sem “tecnologias” n]e? Ta no chip que voces implantaram no meu cerebro quando eu entrei pra Cyber hehehe. Nao trouxe os sapatos de salto… NENHUM. To muito triste por isso, prefiro nao comentar. Querida… obrigada pela preocupacao e pela amizade. E eu vou te esperar, hein? Cadeirinha no pub e tudo!! Hahaha

Monday, January 01, 2007

Sobre( )voos, cliches e teclados sem acentos

Despedidas sao sempre despedidas. Por isso, nao vou me ater a elas, por enquanto.

Depois de um voo tranquilo entre Porto Alegre e Sao Paulo, do qual eu nao lembro muito bem, exceto do sanduiche quente e das pessoas aplaudindo no final, fui parar no salao do aeroporto de guarulhos.

A paulista me recebeu com chuva. Recebeu as (com crase) minhas malas da mesma forma, o que resultou em uma Fernanda enfurecida no balcao da TAM e a bagagem toda molhada.

Bendita hora que eu me enxi o saco das malas, afinal passaria perto de 7 horas no aeroporto, e fui fazer o check in. antes das 16h30, a fila ja tinha perto de 50 pessoas, sendo que o balcao so abria as 18h30. Resultado? Enfadonho demais pra relatar. A parte boa eh vencer a timidez. Conheci um bom punhado de gente nas 3 horas que passei na fila.

Gente!

Nessas horas, gente ate que eh legal. E tinha de tudo quanto era canto. O balcao ao lado, da air China, era a melhor diversao, brigas nipobrasileiras de 5 em 5 minutos, uma maravilha. Quase como se a gente pudesse pegar os personagens do Jaspion (mesmo japoneses) e tentasse faze-los viajar com o Jeca Tatu.

Coisas que eu vi (ou quase):

“Atencao, nao eh permitido o embarque para os EUA carregando isqueiros” Objetos pontiagudos, facas, revolveres e dolares em roupas intimas, no entanto, estao permitidos.

“Essa eh sua ultima chance de embarque para o Rio de Janeiro” Depois disso, soh serao permitidos passageiros rumo aos jogos panamericanos ou de guerra.

Voo a Madrid.

O pior café do mundo! Nao, mentira, Segundo pior. O pior café do mundo eh servido no red hostel, em Mondevideo. Ah, hispanohablantes… Alias, os espanhois sao mal educados mesmo ou eh o nosso “vale” que eh melhor?


Para mais uma chegada cliché, no aviao chegando em Madrid, tocavam musicas medievais europeias, aquelas dos filmes de cavaleiros, sabe?
No aeroporto de Madrid, ninguem faz nada sozinho. Para andar: esteiras (que nem nos Jetsons, como comentou um colega de voo). No banheiro, ate a descarga eh automatica (que susto!). O ambiente parece ser climatizado para cada pessoa, isso porque tinha algumas pessoas de regata e outras de casaco de pele. No saguao, de tudo: judeus ortodoxox dividem esteira com japoneses, coreanos, alemaes, argentinos (inconfundiveis), paraguaios, africanos de bata. Tudo muito cosmopolita, exceto pela casa de cambio que tem a maior fila do mundo e, enquanto se esta nela, uma pergunta (constante por toda a viagem em mim): “ingles ou espanhol”? Era eu uma portadora de passaporte verde-ovila na terra das touradas trocando uma nota que estampava a rainha por outra que tinha o mapa do velho mundo.

Aqui (Madrid), 11h. Resolvi ouvir radio FM.

107.5 - “standing outside the fire”
107.7 – algo muito bom. A radio chama-se RK20 (erre ca veinte)
108 – Hablamos de My Dream… (Radio Vina Flores)
88.6 – programa ensinando a fazer programas de radio
89 – “I can’t help falling in love with you”
91 – Europa FM. E o slogam: “eres lo que escuchas”. Tocava “gangsters paradise”.
99.5 – Maroon 5?!?!?! Ihhhhh
102.7 – “Welcome to the hotel California…”
103.9 – Go, Johnnny, Go…. Johnny: be good.
Aqui tambem tem ecos ridiculos e vozes metalizadas nas propagandas dos programas de radio. Bem feio.


Absurdo!!!!!!
Primeiro mundo que nada! O aeroporto de Madrid es la zona de la puta madre! Imaginem que nao ha avisos sonorous sobre os voos. Alem disso, ele eh tao grande que eh preciso pegar um trem para a travessa-lo. Sim. Tem um trem dentro do aeroporto! Como eu descobri isso? Porque trocaram o meu portao de embarque 10 minutos antes. Como eu descobri isso? Sendo a maluquinha da TV. Obrigada, dona Gisele, por mais esse ensinamento.

Nota: Criancas sabem ser insuportaveis em todos os idiomas. “Are we there yet, mommy?” de 5 em 5 minutos enquanto o meu banco era chutado, pisoteado e estapeado o voo todo. Ao menos aqui elas sabem ir ao banheiro do aviao sozinhas desde os tres anos de idade. Incrivel.

Cansada, musicas natalinas na decolagem me fazem lembrar da minha mae. Chorei. Repito as lagrimas agora quando escrevo neste bloco e assim o farei quando passa-las ao computador.
Agora, 14h05, horario local. Mais musicas medievais europeias e um sol incrivel que so estando sobas nuvens se pod ever por essas bandas me trazem a(com crase) capital inglesa. Se cima, entre as cabecas curiosas dos dois viajantes ao meu lado, vejo uma encantadora mistura de verdes campos e predios acinzentados.
Estou calma, hei de me diverter. Quase descubro de onde os viajantes sao, mas seus misteriosos passaportes nao tem o nome da patria-mae a (com crase) frente.
Encontrei outros brasileiros no voo. Perdidos… me sinto em casa.
Neste voo tudo o que ha para beber ou comer eh pago. Por isso, permaneco com fome e sede, sensacoes que vem e vao aos poucos, dependendo da minha ansiedade. Estamos mesmo pusando. Do que eu falava?

Nota: Aqui ninguem se entende e esse aviao eh o exemplo perfeito disso. Indianos, ingleses, holandeses, espanhois, brasileiros. Nessa Torre de Babel continental, me viro bem. Posso ter uma vantagem por ter 3 e arranhar um quarto idioma. Apesar de as pessoas daqui aparentemente nao ligarem, eh sempre bom ser “polite” e tentar falar o idioma do interlocutor. Nao espero a gentileza de volta.

Rodas no chao. Em Londres, 14h16min. Nove graus.

Saturday, December 30, 2006

The ICE AGE is comming...

Um calor do inferno em Porto Alegre... e pensar que daqui um dia e meio, menos 40 graus... haja...

Aeroportos, aguardem!!!!

Porto Alegre - Congonhas
Congonhas - Guarulhos (ônibus da TAM? ai...)
Guarulhos - Madrid (entre um ano e outro)
Madrid - Londres...

Que jornada me aguarda... falta pouco tempo. Aguardem, notícias novas virão!


E é assim que vai funcionar isso aqui. Algumas impressões, algumas notícias, alguma peridiocidade.